Constitui preocupação fundamental da maioria dos cidadãos a consolidação de fontes de rendimento fiáveis e duradouras, por forma a assegurar uma desejável estabilidade económica.

Acontece que o facto de ser possuidor de determinados bens, com menor ou maior liquidez, pode não garantir uma rendibilidade certa e atempada até ao final da vida e sem quaisquer tipo de preocupações.

Um determinado valor em dinheiro, um prédio urbano, que poderá dar mais aborrecimentos que rendimento, um terreno que, por qualquer motivo, raramente é aproveitado, ou outro bem podem ser alvo de proposta de entrega em A Previdência Portuguesa, por contrapartida de uma Renda Vitalícia.



O montante a atribuir, até ao final da vida do(s) rendista(s), é calculado em função do tipo de renda que escolha, da idade deste(s) e do valor a entregar para o efeito.

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